quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Trabalhar para quê?


Muitas vezes temos a tendência de assumir encargos não pelo gosto que o trabalho nos pode suscitar mas pelo ganho monetário que poderemos vir a adquirir em virtude desse compromisso. Não deixa de ser verdade que muitas vezes, as circunstâncias da vida nos imprimem a dura tarefa de realizar trabalhos que dificilmente poderão despertar nosso real interesse.

Mas o indivíduo que sabe o que quer, dificilmente deixa-se influenciar. Conhecendo-se a si mesmo, sabe bem perfeitamente que cada escolha imprime uma consequência. Como afirma Confúcio numa célebre frase, “escolhe uma profissão de que gostes e não terás que trabalhar em nenhum dia da sua vida”.

Além de no futuro poder deixar transparecer o seu desapontamento em relação ao próprio trabalho e convém dizer em relação a própria escolha, o indivíduo cria um clima de relativa tensão em volta dos colegas de profissão como se estes fossem os culpados de uma decisão impensada e irreflectida.

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